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São Paulo, 10 de Setembro de 2010 - 13h19
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Imóveis desocupados não locados geram prejuízo para os proprietários

Deixar um imóvel fechado em vez de disponibilizá-lo para locação é sinônimo de despesas para o proprietário. Somando-se o valor do aluguel que o proprietário deixaria de ganhar e as despesas de encargos como condomínio, IPTU e gás, um apartamento padrão, de dois dormitórios e com duas vagas na garagem, pode gerar prejuízos de R$ 17 mil, em média, se ficar desocupado ao longo de 12 meses. Isso sem contar os gastos com a manutenção do imóvel.
A procura pelo aluguel de unidades residenciais, principalmente de um e dois dormitórios, triplicou em 2009 em relação a 2008 na Capital e região metropolitana de São Paulo.
O fator rentabilidade, na locação, deve contabilizar os custos dos encargos e de manutenção. Um inquilino que mantenha a unidade conservada e pague o aluguel em dia garante a lucratividade do negócio para o proprietário e mantém o imóvel valorizado para uma eventual venda.
No setor de residenciais, o mercado vem absorvendo, em maior ou menor grau, todos os tamanhos de imóveis. Há oportunidades para todos, desde o pequeno até o grande investidor. A demanda maior, evidentemente, concentra-se em unidades de um e dois dormitórios, mas há também expressiva procura por apartamentos de quatro dormitórios.
Para quem pretende investir nesse segmento, a dica é estar atento às regiões em evidência no mercado paulistano, como Perdizes, Consolação, Vila Mariana, Mooca, Ipiranga, Vila Romana, Chácara Klabin e Butantã. São locais em franca valorização imobiliária, com a expansão do metrô, maior infraestrutura comercial, variedade de serviços e facilidades de acesso. Nessas regiões, bons produtos imobiliários têm retorno garantido.


Fonte: www.imovelweb.com.br

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