
Caderno de Imóveis
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A locação de imóveis residenciais teve forte recuperação na cidade de São Paulo. Em outubro, último levantamento disponível, cresceu 35,04% em relação a setembro. As casas foram as preferidas dos novos inquilinos, com 56,27% dos novos contratos. Os imóveis mais alugados foram os de valor médio entre R$601,00 e R$800,00 - eles representaram 21,52% das novas locações.
O fiador foi a principal forma de garantia usada, com presença em 51,47% do total de contratos.
Valorização - A maioria dos aluguéis aumentou. Pesquisa realizada pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) com 429 imobiliárias registrou 19 ocorrências de alta e 6 de baixa dos valores médios dos imóveis efetivamente alugados em outubro.
A maior alta foi a de apartamentos de um dormitório situados em bairros como Cambuci, Barra Funda e Bosque da Saúde, na Zona C - o aluguel médio subiu 22,73%, passando de R$550,00 em setembro para R$675,00 em outubro.
O aluguel que mais baixou foi o d casas de um dormitório situadas em bairros da Zona E (Itaim Paulista, Itaquera, São Mateus, entre outros) - o aluguel estava cotado em média a R$375,00 em setembro e caiu para R$312,50 em outubro, uma redução de 16,67%. Mais vendidos - Os imóveis usados mais vendidos em outubro foram os de valor superior a R$200 mil, que representaram 43,75% do total.
O preço que mais subiu foi o de casas de padrão médio construídas há mais de 15 anos e situadas em bairros da Zona C (Jabaquara, Saúde, Tatuapé etc.) - o metro quadrado passou da média de R$ 1.839,25 em setembro para R$ 2.326,92 em outubro, uma alta de 26,51%.
O preço que mais baixou foi o de apartamentos de padrão médio construídos há mais de 15 anos e localizados em bairros da Zona B, como Aclimação, Alto da Lapa e Brooklin. O preço médio do metro quadrado teve queda de 18,87% - custava R$ 3.314,60 em setembro e passou para R$ 2.689,13 em outubro.
A maioria das vendas feitas do período foi à vista - elas representaram 73,2% do total. A Caixa Econômica Federal financiou 16,49% das casas e apartamentos vendidos e os demais bancos, juntos, 9,28%.
Fonte: www.imovelweb.com.br