
Educação
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Sabe aquela história de que as mais belas joias passaram por diversos processos, inclusive a lapidação? Pois bem: as mais preciosas joias são, sem sombra de dúvida, as crianças.
E, se quisermos que elas se tornem verdadeiras joias, é necessário colocarmos limites, sem ser autoritário, sem tirar o direito de a criança ser criança, sem deixar de cobri-la de carinho. Apenas com firmeza e demonstrando autoridade.
Para sermos mais objetivos, a falta de limites numa criança pode, por exemplo, impedi-la, na idade adulta, de enfrentar dificuldades e superar as frustrações.
Impor limites auxilia a criança a aguardar sua vez para ser atendida, respeitar a si mesma e aos outros (minha liberdade termina onde começa a do próximo), ser gentil (pedir por favor e agradecer), entender que nem tudo o que ela deseja pode ser atendido e/ou realizado.
Porém, ao colocar limites, é preciso observar que não é dizer apenas - não. É, principalmente, explicar o porquê desse não, para que a criança entenda que essa negativa não é um castigo, mas um aprendizado.
Um exemplo comum e corriqueiro é quando um menino quer empinar pipa sobre a laje ou retirá-la, quando presa, dos fios de alta tensão; ou quando uma menina prefere fazer suas experiências culinárias no fogão de verdade. Explicando os perigos que advêm dessas brincadeiras, não só é imposição de limites, como também uma forma de fazê-la entender o porquê da negativa.
Fonte: SP Norte
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