Vida e Bem Estar

10 Dicas para que seu filho tenha maturidade emocional

Nos últimos anos para cá, está cada vez mais frequente observar atitudes agressivas quando determinadas pessoas são contrariadas, isso se deve a falta de maturidade emocional, algo que começa na infância, e se não for trabalhado, resulta na falta de aceitação de críticas e em problemas de convivência.

Na infância, esse comportamento acontece quando uma criança deseja algo no shopping ou mercado, quando tem seu pedido negado, ela começa a chorar e gritar e só para quando o responsável satisfaz seu desejo ou quando age com violência, gritando ou agredindo-o.

Para a psicóloga e pedagoga Tania Queiroz, autora do livro “Pais Imaturos, Filhos Deprimidos e Inseguros”, a maturidade emocional não é algo que acompanha a idade “não nos tornamos emocionalmente maduros quando envelhecemos”.

Para auxiliar pais a desenvolverem a maturidade necessária de seus filhos, a Tania Queiroz lista dez conselhos práticos:

Desenvolver autoestima e autoconhecimento: Os responsáveis precisam tornar-se emocionalmente conscientes, ou seja, ter capacidade de reconhecer e identificar as próprias emoções positivas e negativas.

Desenvolver autocontrole: Pais com maturidade emocional contornam a situação, são instruídos a passar pelas fases de sucesso e pelas fases de fracasso com esperança de dias melhores.

Lidando com sentimentos negativos: A maturidade emocional tem como características o autodomínio, o que significa manter as emoções sob controle, resolver problemas com calma, coragem e sabedoria, tomar decisões, ter atitudes positivas, ser resiliente e grato.

Aceitar que não é perfeito: Nada ensina mais que o exemplo e já sabemos disso, seus filhos precisam enxergar em você um pai ou uma mãe real, de carne e osso, que está expostos a decepções, desenganos e erros.

Reconhecer as conquistas pessoais: Quando os pais têm uma predisposição ao crescimento acreditam que qualquer criança ou adolescente pode crescer e se aperfeiçoar por meio de dedicação e esforço, eles são mais comprometidos com o desenvolvimento de seus filhos e com o próprio. Notam melhoras no desempenho dos filhos e recebem bem suas críticas.

Não dramatizar os fatos da vida: Para estabelecer uma relação emocional profunda com seus filhos, é importante que eles falem para você sobre o que estão sentindo, o porque estão sentindo, de onde veio esse sentimento negativo. Ouça seus filhos, seja amigo deles, evite julgamentos, depreciações e intimidações.

Pensamentos otimistas: Os pais maduros aprendem, evoluem e ensinam aos seus filhos que a felicidade é fruto da vontade e está relacionada à maneira de ser no mundo, no gerenciamento das próprias emoções, na utilização das habilidades pessoais, emocionais e sociais, no otimismo, na responsabilidade com o próprio destino, no compromisso em construir uma vida mais feliz.

Agir mais e reclamar menos: Pais maduros ensinam que há situações em que é necessário sair da posição de rigidez, que ter razão nem sempre é uma virtude, que ceder é louvável, que palavras brandas afastam a fúria

Desenvolver empatia: Muitas vezes, as crianças expressam as emoções de forma indireta, com agressividade e mau comportamento. O papel dos pais maduros é reconhecer esses sentimentos sem agredir ou punir seus filhos, mas com compreensão e amor.

Lidando com perdas e frustrações: Quando sofrem uma perda, as pessoas maduras se permitem sentir completamente a tristeza e o vazio que representa essa perda. Elas são honestas consigo mesmas quanto a seus sentimentos. Essa honestidade lhe permite avançar e superar a sua dor.



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