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Bate-papo coloca em discussão a oferta de cultura na periferia

Plural, feita de várias vozes e estilos, a produção cultural em nossas periferias é pujante. No entanto, faltam espaços para que essas manifestações sejam vistas e ouvidas, tendo que deslocar os criadores para áreas distantes. Nesse contexto, o bate-papo Juventudes Periféricas: Produção Cultural com forma de resistência discute o tema neste sábado (3/11), a partir das 16h.

Com heterogeneidade e contextos socio, econômico e cultural diferentes, essa juventude precisa de reflexões, e de como esses fatores influenciam na formação cultural destes. As distâncias – regiões mais ao centro da capital possuem muito mais espaços culturais, como museus, cinemas e bibliotecas – limitam a produção e emperram um maior desenvolvimento de atores e grupos tão importantes para a construção de uma sociedade plural.

No debate, as gêmeas e DJs, estilistas, diretoras de arte, produtoras culturais, blogueiras e ativistas periféricas Tasha e Tracie Okereke, tem como “armas” a história, a arte e a cultura, de modo a abordar assuntos importantes e urgentes por meio do projeto Expensive $hit. A mediação do debate é de Jéssica Moreira, jornalista e fundadora do site Nós, mulheres da periferia.

foto: Exposição Olhares sobre a Cachoeirinha



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