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Bem equilibrado

Apesar do tema religioso, The Church in the Darkness é um jogo diferente e bem pensado

Nem sempre os estúdios que misturam games com religião se saem bem. A não ser em títulos de terror que, “sem querer querendo”, acabam apontando situações mais quentes por parte de religiões espirituais.

Porém aqui em The Church in the Darkness, a mistura ficou interessante. Tudo porque o tema é criativo e coloca o jogador no objetivo de desmantelar uma comunidade religiosa, que supostamente tem passado do limite com seus seguidores.

A ideia é bem bacana por relembrar atos reais em décadas passadas. Então o jogo se passa no final dos anos 1970, através da Missão de Justiça Coletiva, radicais perseguidos pelo governo dos EUA, que se deslocam para o único lugar em que acreditam poder criar uma utopia socialista: as selvas da América do Sul.

O jogo se passa em mundo aberto, repleto de níveis de escolha. Ou seja, aqui você será capaz tomar decisões sem travas.

Com jogabilidade clássica, o game pode não agradar muita gente. Mas àqueles que se entrosarem com o tema, o game é de aplaudir.


Rafael Poliszuk é jornalista e trabalhou por mais de uma década com automobilismo real. Ou seja, nas pistas!

Tudo porque quando criança era fascinado por jogos do gênero. Com o reencontro da paixão digital, começou o projeto do qual surgiu a Poliszuk Relações Públicas, com experiência no site EuroGamer Brasil, Jornal SP Norte e outras mídias, onde desenvolve promoções e eventos. Agora, com a Zuk Experience, o jornalista prepara uma nova experiência. Aperte o play!  E-mail: rafael@poliszuk.com.br – Site: poliszuk.com.br



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