Cultura e Lazer

Brasileiro brilha na Rússia em homenagem ao Dia do Palhaço

Quando eles pisam no picadeiro, é notório o sorriso no rosto de crianças e adultos!  Sempre alegre, com gestos e piadas engraçadíssimas, eles animam os espectadores com suas artes e artimanhas. Não é à toa que eles são o centro das atenções nos espetáculos circenses: os palhaços, símbolos da alegria e do riso!

No Brasil, o Dia do Palhaço começou a ser comemorado a partir de 1981, em 10 de dezembro e, atualmente, esta data é celebrada em todos os estados brasileiros, sejam por palhaços circenses ou pelos populares palhaços de rua.

A data foi comemorada também no Festival de Palhaçaria da Rússia, onde um brasileiro esteve presente para representar a palhaçaria brasileira: o artista Pepé Jardim, nascido e criado no maior e mais premiado circo brasileiro, o Circo Spacial.

Pepé tem ganhado o mundo com suas qualidades e diferenciais na palhaçaria. A marca registrada do artista é reforçar a imagem do palhaço como formador de opinião. Suas apresentações não possuem som e demandam atenção do público do início ao fim; seus espetáculos têm como característica promover a reflexão e não apenas gargalhadas. Através de Pepé, a palhaçaria brasileira tem sido vista nos mais premiados picadeiros pelo mundo inteiro. Atualmente ele faz parte do corpo artístico do Ferrari World, um dos maiores e mais luxuosos parques de diversões do mundo, localizado em Abu Dhabi, Emirados Árabes.

“Participar de um festival como o da Rússia é de extrema emoção e importância. A palhaçaria brasileira merece ser vista e reconhecida. Sou muito grato em ter essa oportunidade e quero que essa arte seja tão valorizada quanto o futebol, por exemplo” contou Pepé.

É certo que a arte circense é uma das mais antigas manifestações artísticas do homem, e com o passar do tempo transformou-se e evoluiu, sem, contudo, perder seu encantamento. O palhaço, é sem dúvida, um de seus maiores patrimônios. Portanto, ressaltamos aqui, a importância em enxergar esse artista que como tantos outros no Brasil, nem sempre são valorizados.



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