Cuidados com a saúde da gestante são mantidos nas unidades de saúde de São Paulo durante a pandemia

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Mesmo durante a pandemia do novo coronavírus, a cidade de São Paulo manteve o atendimento à gestantes nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), sempre com os cuidados de higiene reforçados e evitando contato e aglomerações.

Uma das estratégias criadas pela Prefeitura foi o monitoramento de gestantes e puérperas faltosas, que são reconvocadas para uma nova consulta. Caso a gestante apresente sintomas de gripe, as consultas e exames de rotina devem ser adiadas em 14 dias. Quando necessário, são realizados em locais isolados de outros pacientes, com uso de máscara e respeitando as demais medidas de segurança sanitária.

Durante a gestação, existem mudanças fisiológicas no organismo da mulher, como aumento do volume abdominal, diminuição da capacidade respiratória, imunidade mais baixa e maior risco de trombose.

Tanto nos hospitais como nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) existem os protocolos de limpeza, higienização dos equipamentos, utilização dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) por parte dos profissionais de saúde e reorganização do fluxo dos pacientes, de forma a reduzir os riscos de contaminação.

Houve uma redução da adesão ao pré-natal devido ao receio de contaminação, porém a estratégia de monitoramento das gestantes faltosas e a reconvocação conseguiram garantir o atendimento da maior parte destas pacientes. Além disso, foram atendidos casos de gestantes com Covid-19, sendo que a maior parte evoluiu de maneira satisfatória.

Para as pacientes que apresentam patologias ou comorbidades, existe um fluxo de atendimento compartilhado entre a unidade de saúde e o pré-natal de alto risco.

 

Todos os Equipamentos da Prefeitura de São Paulo, tanto de urgência e emergência quanto os ambulatórios, estão preparados para receber casos positivos de Covid-19. Existem parâmetros bem estabelecidos para o monitoramento em domicílio e necessidades de internação.