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Diferente, mas tão bom quanto

Far Cry New Dawn mantém a boa forma da série. Mas não traz muitas novidades

Não importa o que falam ou deixam de falar sobre o novo Far Cry New Dawn. A série sempre teve um “Q” de personalidade própria, inimigos cruéis e memoráveis, ambientação singular em todos os títulos e, sem exceção, é bom demais de jogar.

Mas Far Cry New Dawn, lançado mundialmente no último dia 15 de Fevereiro, não é lá um “jogaço” aos ansiosos por novidades. Até porque, seu lançamento foi “perto demais” em relação ao último título da série (Far Cry 5), qual aplaudimos de pé em 2018.

Em New Dawm estamos de volta a Hope County, uma cidade que agora á encontramos salpicada de pó e destruição nuclear. Ou seja, o jogo é uma continuação dos eventos de Far Cry 5, apesar de o enredo acontecer muitos anos depois.

Uma “reciclagem” do jogo anterior é visível, em uma proposta menos apelativa. Mas de qualquer forma, é Far Cry e sendo assim, merece atenção no gameplay, agora com inimigas no alvo: as irmãs gêmeas Mickey e Lou.

Nada fofinhas, elas apoderam-se da comunidade de sobreviventes de Hope Country com brutalidade impiedosa, sem contar com o apoio do grupo “Highway Men”, tão cruéis como nos filmes de Mad Max.

Cabe então você botar um fim ao reinado do mal em uma fórmula repetitiva – é verdade – mas que podemos garantir que vale quanto pesa, até porque o preço do jogo é menor do que os mais recentes lançamentos.


Rafael Poliszuk é jornalista e trabalhou por mais de uma década com automobilismo real. Ou seja, nas pistas!

Tudo porque quando criança era fascinado por jogos do gênero. Com o reencontro da paixão digital, começou o projeto do qual surgiu a Poliszuk Relações Públicas, com experiência no site EuroGamer Brasil, Jornal SP Norte e outras mídias, onde desenvolve promoções e eventos. Agora, com a Zuk Experience, o jornalista prepara uma nova experiência. Aperte o play!  E-mail: rafael@poliszuk.com.br – Site: poliszuk.com.br



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