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Entenda por que o mercado gamer cresce tanto, mesmo distante da TV

Também publicado em Poliszuk Gamer: Videogame além das telas

Quem é jogador mais assíduo sabe que ao terminar um jogo bem feito, principalmente quando há um enredo dramático e envolvente, há uma notória “depressão” pós-final, assim quando terminamos de assistir uma série incrível depois de dezenas de capítulos e anos seguindo seus personagens.

E mesmo quando não há um final exato, o fanatismo pelo jogo ou seus NPCs (personagens não jogáveis) pode ser maior que seu time do coração. Logo, para todas essas mágoas ou expressões existe um importante mercado rodeando interesses cada vez maiores entre os gamers.

Além de camisetas, bonés, cadernos e itens que disputam as prateleiras onde a grande massa circula – como Shopping Centers –, há ainda um consumo de nicho extremamente importante por trás das cortinas do mundo do videogame. E este é o mercado dos “action-figures”.

O termo action-figure ou figura de ação foi usado primeiramente pela Hasbro em 1964, ao introduzir sua linha G.I. Joe. Até o momento só havia as chamadas “dolls” pelos norte-americanos, que eram bonecas ou bichos de pelúcia feitos especialmente para as meninas. Daí criou-se a necessidade de um novo termo para os brinquedos para os meninos. Antes usados para filmes de stop-motion, atualmente as figuras plásticas dos personagens de cinema, séries e, claro, videogames estão cada vez mais presentes na decoração do lar, sem contar com uma comunidade enorme de colecionadores fiéis.

Nossa redação entrou em contato com a NECA – National Entertainment Collectibles Association (Associação nacional de entretenimento e colecionáveis), empresa norte-americana de artigos colecionáveis e uma das principais marcas no mundo em aquisição de licenças de jogos, filmes e séries. Então pudemos receber um modelo de 18 polegadas do personagem Kratos, de God of War, jogo lançado mundialmente semana passada.

Os detalhes atribuídos no boneco de plástico e borracha são absolutamente incríveis, incluindo pequenas cicatrizes no corpo do material, além de mais de 30 articulações possíveis em seus braços, pernas e tronco. E além de action-figures, a NECA conta com uma linha de acessórios singulares que a gente só vê mesmo na terra do tio Sam, como relógios, chaveiros, pulseiras, mochilas e muito mais itens que secam a carteira só em observar.

De qualquer maneira, vale a pena acessar necaonline.com e arriscar uma comprinha por ali!


Rafael Poliszuk é jornalista e trabalhou por mais de uma década com automobilismo real. Ou seja, nas pistas!

Tudo porque quando criança era fascinado por jogos do gênero. Com o reencontro da paixão digital, começou o projeto do qual surgiu a Poliszuk Relações Públicas, com experiência no site EuroGamer Brasil, Jornal SPNorte e outras mídias, onde desenvolve promoções e eventos.

E-mail: rafael@poliszuk.com.br



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