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Estátuas e cofres…

Simples e com cenários caprichados, The Sojourn é um game repleto de puzzle

 Quem gosta de coisas diferentes vai adorar The Sojourn, um jogo singular e totalmente direcionado à puzzles. Ou seja, um material dedicado a resolução de quebra-cabeças e enigmas por toda a parte.

Em constante transformação nos cenários, o game não perde tempo em narrativas. Ou seja, de cara coloca o jogador em prática antes de entender o enredo diluído em partes.

Não há missões para cumprir, lugares diferentes para ir, nem personagens com quem conversar. O jogo resume-se a praticamente entendê-lo resolvendo seus enigmas, em uma gameplay bastante simples, mas utilizado de forma engenhosa em sua composição.

Mas… o game peca na falta de propósito. Ou seja, há uma sucessão de puzzles cada vez mais difíceis não mais interessantes. Resumindo, falta motivação em dar continuidade.

Com perfeita trilha sonora e um visual gráfico lindo de morrer, o jogo relaxa e acaba sendo daqueles games gostosos de jogar. Mas só até a segunda página, se é que me entendem.

 


Rafael Poliszuk é jornalista e trabalhou por mais de uma década com automobilismo real. Ou seja, nas pistas!

Tudo porque quando criança era fascinado por jogos do gênero. Com o reencontro da paixão digital, começou o projeto do qual surgiu a Poliszuk Relações Públicas, com experiência no site EuroGamer Brasil, Jornal SP Norte e outras mídias, onde desenvolve promoções e eventos. Agora, com a Zuk Experience, o jornalista prepara uma nova experiência. Aperte o play!  E-mail: rafael@poliszuk.com.br – Site: poliszuk.com.br



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