Vida e Bem Estar

Falta de sono afeta 80% dos Paulistanos

O mês de março comemora o Dia Mundial do Sono (17) e, pensando nisso, uma pesquisa chamou atenção de quem mora na capital paulista. Segundo o Instituto do Sono, 80% dos paulistanos afirmam ter alguma dificuldade em dormir.

A cada ano o índice aumenta de pessoas com algum distúrbio do sono. Há dez anos o número era de 67%. O índice supera a média mundial, que é de 45%, mostrando o tamanho do problema do sono paulistano.

As mulheres são as mais afetadas com esse problema, registrando 60% de todos insones. O número pode aumentar com a chegada da menopausa por conta da oscilação hormonal.

Insônia na infância

A insônia na infância é comum para as crianças que possuem Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Segundo estudos, elas não conseguem relaxar por conta da agitação ou hiperatividade. Também há casos de que não conseguem dormir bem e acabam sofrendo para acordar, principalmente se for muito cedo.

Dados da Unifesp revelam que 88% das crianças e adolescentes dormem até cinco horas por noite, sendo que o aceitável é de 8h à 10h. A falta de sono afeta o crescimento, aprendizado e a saúde.

Efeitos do sono ruim

Noites mal dormidas podem desencadear uma série de problemas para nossa saúde, entre elas temos as doenças cardiovasculares, hipertensão, diabetes e obesidade, além de afetar o humor e causar déficit de atenção.

Dicas

Para ter uma boa noite de sono e acordar disposto no dia seguinte, separamos cinco dicas que podem ser adotadas a partir de hoje:

– Evite estímulos na alimentação, não ingerir álcool e bebidas e comidas com cafeína pelo menos quatro horas antes de ir pra cama.

– Se alimente três horas antes de ir dormir para que seja feita a digestão do alimento. Comidas mais leves são boas opções.

– Evite fazer anotações, ler ou assistir TV na cama.

– Procure criar uma rotina para ir dormir sempre no mesmo horário para o corpo se acostumar.

– Evite usar celular e aparelhos eletrônicos antes de ir dormir.



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