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Just Cause 4: destrua com alegria

Hiperinterativo como nunca antes, Just Cause 4 agrada e conta com um mapa ainda mais expansivo

Quase todo mundo já ouviu falar em Just Cause, o jogo de rótulo destruidor onde um personagem de barba por fazer sempre aparece no destaque, em meio às explosões e uma cortina de fumaça ao fundo.

Para ser bem honesto, joguei a franquia pela primeira vez em sua versão de número 3. Foi quando Rico Fernandez se tornou um amigo comum, me fazendo voltar a ligar o console quase sempre que houvesse tempo para jogar novamente. Tudo porque a destruição peculiar que envolve as missões em um grandioso mapa é apaixonantemente boa demais de se jogar.

O novo game da série então entra em cena com algumas críticas, porém não afetam o gosto por ele. Em Just Cause 4, temos o personagem envolvido em uma enrascada onde o seu pai – cientista e inventor – se meteu com a organização denominada “Mão Negra”.

O gameplay do jogo é, por muitas vezes, alucinante e conta com gráficos bastante expressivos, além de uma mecânica de jogo boa para rodar durante horas. Aliás, bota hora nisso, pois o mapa é grande o suficiente para ser explorado de forma duradoura.

Mas, como nem tudo é perfeito, o jogo também apresenta um problema cansativo na abordagem, coisas básicas ficando pelo caminho e pontualmente chatas por conta de reclamações sem nexos do personagem durante algumas falas. No mais, um jogo para lá de bom.

 


Rafael Poliszuk é jornalista e trabalhou por mais de uma década com automobilismo real. Ou seja, nas pistas!

Tudo porque quando criança era fascinado por jogos do gênero. Com o reencontro da paixão digital, começou o projeto do qual surgiu a Poliszuk Relações Públicas, com experiência no site EuroGamer Brasil, Jornal SP Norte e outras mídias, onde desenvolve promoções e eventos.

E-mail: rafael@poliszuk.com.br



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