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O conceito Kojima

Após um anúncio misterioso e muito curioso ainda em 2016, com o retorno de um dos mais apreciados “mestres” da indústria gamer Hideo Kojima, um jogos mais aguardados do ano enfim chegou à nossa redação.

Death Stranding é um game diferente. Projetado independente pelo super produtor e com apoio da PlayStation, o game apresenta um trabalho inovador e talvez singular na apreciação da maioria dos consumidores. Tudo porque ele aparenta ser um jogo confuso e sem muito entendimento em consequência da própria natureza do game.

Apesar de uma sinopse simples, a narrativa do material é bastante complexa. Em um mundo devastado por um evento cataclísmico chamado Death Stranding, você é Sam Porter Bridges, um cara aparentemente normal que é muito bom no que faz: entrega qualquer coisa nos lugares mais impossíveis. O cenário é um país devastado após a catástrofe, uma nação fragmentada que precisa voltar a se conectar – a palavra chave desse game.

Alguns conceitos sobrenaturais bem ao estilo Kojima de ser estão presentes, e o jogo é um “repeteco” de conectar lugares, pessoas, e assim vai.

Há em um certo momento aspectos “político” por assim dizer, de se refazer uma nação, em um movimento de uma típica jornada do herói que vai salvar o mundo.

Death Stranding é um jogo que coloca o protagonista para andar. Muito. O tempo todo. O jogo inteiro. O gameplay não gira só em torno disso, mas, por incrível que pareça, essa é uma parte essencial.

Com estilo próprio, o jogo claramente apresenta a liberdade de ser trabalhado em um único estúdio, uma única cabeça e, mais que isso, fielmente conceituado às escolhas arriscadas, visionárias e artísticas de seu criador. E sendo assim, já merece uma salva de palmas (em pé) de todos aqueles que trabalham na indústria gamer.

Dizer que o jogo é ruim seria absurdamente errôneo. Mas não agrada a todos.


Rafael Poliszuk é jornalista e trabalhou por mais de uma década com automobilismo real. Ou seja, nas pistas!

Tudo porque quando criança era fascinado por jogos do gênero. Com o reencontro da paixão digital, começou o projeto do qual surgiu a Poliszuk Relações Públicas, com experiência no site EuroGamer Brasil, Jornal SP Norte e outras mídias, onde desenvolve promoções e eventos. Agora, com a Zuk Experience, o jornalista prepara uma nova experiência. Aperte o play!  E-mail: rafael@poliszuk.com.br – Site: poliszuk.com.br



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