Games

O que aconteceu?

O mundo não quer falar sério sobre Ghost Racon: Breakpoint

Uma das séries que a gente mais gosta aqui na redação (idolatrada por muitos) é a Ghost Racon, um dos braços da grandiosa franquia Tom Clancy´s, desenvolvida pela Ubisoft. Mas algo aconteceu de errado neste novo game que acabou de sair do forno.

Talvez a intenção do material tenha sido boa, porém nenhum outro game lançado em 2019 recebeu tantas críticas como Ghost Racon: Breakpoint, um jogo de característica imersiva, com excelente ambientação gráfica e tudo aquilo que podíamos esperar de mais um “super” material para o segundo semestre.

E a principal manifestação (também sentida por nós) é que o game tenta entregar algo a mais do que os consoles atuais podem oferecer. Ou seja, o pop-in é notório e incomoda, há quedas de frames, travamentos e bugs bem bizarros. Aliás, não foram poucas as vezes que notamos as armas simplesmente sumirem durante a jogatina, algo totalmente fora do aceitável em um bug de franquias menores.

Uma grande pena para um jogo que, sem dúvida alguma, receberá atualizações gigantes para corrigir seus erros. Até porque, além de bonito, é completo, com diferentes climas e horários do dia, neve, floresta, mar, lago… E tudo isso com acessibilidade usando veículos, que vão desde carros e motos a barcos, helicópteros e caminhões, em um mapa vasto. Sem contar com uma pitada de RPG. E é aí que entramos em um assunto mais que delicado: as microtransações, comum na maioria dos jogos, mas sempre respeitada quando consegue igualar o gamer que assume a compra com aquele que não assume.

Um bom exemplo do que são as microtransações é adquirir um novo carro em um jogo de gênero corrida, porém sem que este carro seja uma necessidade para o usuário consiga vencer uma corrida ou campeonato. Porém, aqui em GR Breakpoint, a coisa é diferente, onde outro termo entre em cena, o pay-to-win. Resumindo, além de você comprar o jogo, para ir adiante é quase necessário pagar para isso com aquisição de novas armas e equipamentos. Ou então, fica difícil conduzir um avanço.

Juntando todas as falhas que o jogo oferece com as microtransações presentes nele, há de entender a avaliação no Metacritic.com é de apenas 2,6. Mas será que o título merece todas as “pedradas”?

Para nós, há um certo exagero nas “piadas” relacionadas ao game, que tem o seu valor e promete, como já apontamos, ser atualizado da maneira mais apropriada por sua publischer Ubisoft.

Agora basta a massa entender isso.


Rafael Poliszuk é jornalista e trabalhou por mais de uma década com automobilismo real. Ou seja, nas pistas!

Tudo porque quando criança era fascinado por jogos do gênero. Com o reencontro da paixão digital, começou o projeto do qual surgiu a Poliszuk Relações Públicas, com experiência no site EuroGamer Brasil, Jornal SP Norte e outras mídias, onde desenvolve promoções e eventos. Agora, com a Zuk Experience, o jornalista prepara uma nova experiência. Aperte o play!  E-mail: rafael@poliszuk.com.br – Site: poliszuk.com.br



Topo