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O sétimo setor

Criatividade. Talvez essa seja a melhor forma de traduzir 7th Sector , game diferente e imerso à ficção científica que agrada, não falha e deverá ser um importante passo ao estúdio que o desenvolveu.

Tudo isso por conta de sua criatividade investida em não muitas horas de jogo, mas sem dúvida interessantes. A aposta chega com visual simples, ambiente monótono e cores pouco variadas. Mas o material não perde com isso.

Este título independente traz sombrias fases, sem narrativa e com mecânicas simples, ao mesmo tempo com várias propostas de avançar na jornada, com puzzles, sequencias de lógica, dilemas matemáticos, e muita interação com os vários objetos espalhados pelos cenários.

A possibilidade de controlar vários personagens, trocando literalmente de corpo, mas mantendo praticamente a mesma essência da partida inicial é um plus que faz a gente querer continuar jogando. E cada personagem tem várias capacidades diferentes de ultrapassar o que surge no caminho, com ações discretas e outras vezes com vários dilemas que vão surgindo, sejam enigmas ou interação com os cenários para prosseguir nos níveis

O universo de 7th Sector é uma experiência única, porém vale ressaltar que se trata de um jogo Indie e pode não fazer todos aplaudirem de pé.


Rafael Poliszuk é jornalista e trabalhou por mais de uma década com automobilismo real. Ou seja, nas pistas!

Tudo porque quando criança era fascinado por jogos do gênero. Com o reencontro da paixão digital, começou o projeto do qual surgiu a Poliszuk Relações Públicas, com experiência no site EuroGamer Brasil, Jornal SP Norte e outras mídias, onde desenvolve promoções e eventos. Agora, com a Zuk Experience, o jornalista prepara uma nova experiência. Aperte o play!  E-mail: rafael@poliszuk.com.br – Site: poliszuk.com.br




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