Séries e TV

Perdidos no Espaço: nova versão estreia na Netflix

Os (bem) mais velhos, e que tinham televisão em uma época em que a telinha ainda era objeto de ostentação, certamente vão se lembrar de Perdidos no Espaço. Exibida por aqui nas décadas de 1960 e 1970, o clássico intergaláctico, protagonizado pela família Robinson, ganha uma nova versão.

Desta vez, a Netflix, em mais uma produção original, aposta no reboot da série, ou seja, é uma nova história baseada no que já foi feito (ao contrário do remake, que pode manter toda a história). A estreia dos dez episódios está marcada para esta sexta-feira (13/4).

Ao contrário da versão original, que teve a primeira temporada em preto e branco, com uma “pegada” mais tecnológica; e as outras duas, literalmente “enfiando o pé na jaca” na comédia, a nova versão de Perdidos no Espaço promete ser mais obscura.

Na primeira versão, a história se passava no então longínquo ano de 1979. A Terra sofria com a superpopulação, e a espaçonave Jupiter 2 se lançava ao espaço com a família Robinson, para colonizar o planeta Alpha Centauri. Agora, o ano futuro é 2046, e a colonização espacial é uma realidade, e o grande problema são os efeitos do aquecimento global.

Perdidos no espaço, em um planeta desconhecido, com alienígenas estranhos, e seus próprios dilemas. Provavelmente, não veremos ETs birutas, como na versão original. A família Robinson, provavelmente vítima de um desvio de rota inexplicável, tenta sobreviver em um ambiente inóspito, novo e desafiador. O trailer da série é de arrepiar!

Os humanos desta geração jamais saberão o que é ver, na TV (ou, atualmente, em qualquer outra tela) o espaço sendo explorado. Na década de 1960, tudo era novidade: o ser humano nas galáxias era algo que caminhava a passos lentos, e ter uma série (e depois um punhado de filmes) com o tema encantava plateias em todo o planeta Terra, acreditamos.

Era uma época em que o anseio de desbravar outros universos era grande. Hoje, o impacto é bem menor e, por isso, a Netflix aposta na capacidade técnica da série e seus efeitos especiais, sem se esquecer de elementos nostálgicos e no ritmo da narrativa, mais encorpada – e séria – que a versão original. Confira o trailer:



Topo