Cinema

Projeto Gemini promete ser um marco para o cinema

O versátil ator Will Smith volta às telonas com o filme Projeto Gemini. O longa promete revolucionar a indústria cinematográfica por conta da tecnologia usada na produção. Acontece que o filme foi gravado com uma câmara ultra potente, filmando em 120 quadros (ou frames) por segundo (FPS), em resolução 4K e com câmeras especiais para 3D.

Para se ter uma ideia do nível da qualidade deste material, apenas 14 cinemas dos Estados Unidos poderão exibir o filme a 120 FPS. No entanto, mesmo nesses casos, o longa não será visto com todo o seu potencial, pois essas seletas salas “apenas” projetam em resolução de 2K.

Já no Brasil o filme será exibido com metade de sua qualidade (60 FPS), mas em um modelo chamado de 3D+, que nada mais é que uma versão turbinada no 3D convencional.

Agora, falando do filme, o que esperar da história do melhor assassino profissional do mundo que, após decidir se aposentar, acaba tornando-se alvo da Agência de Inteligência de Defesa dos Estados Unidos, para quem trabalhava anteriormente.

Olhando assim parece um roteiro meio clichê de histórias Hollywoodianas. No entanto a virada surge quando o assassino que está atrás dele é, na verdade, uma versão dele mais jovem. Com essa descoberta, Henry Brogan (Will Smith) busca entender o que está pode de trás disso e quais segredos o governo americano tenta esconder.

Logo de cara o filme apresenta toda sua história. Provavelmente sem grandes plot twist, mas que promete nos entreter com as cenas de ação, coreografias de luta e levar a reflexão sobre as atitudes que o governo pratica com a desculpa de “defender” à população.

Coincidência ou não, o enredo também está marcado pela tecnologia. Dentro do filme, a história de uma pessoa sendo clonada, fora dele, na produção, a quantidade de frames por segundo e os efeitos especiais da versão mais nova de Will Smith – que mais parece àquele adolescente interpretando seu personagem da série “Um Maluco no Pedaço” – promete divertir bastante os amantes do cinema.

Assistir Will Smith em seus papéis sempre vale a pena, ainda mais se a direção do filme é com Ang Lee, que também dirigiu os longas “As Aventuras de Pi” e “Aconteceu em Woodstock”. Prepare a pipoca e corra até a sala de cinema mais perto de sua casa.



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