São Paulo registra 741 casos confirmados de Covid-19 na rede de ensino em 2021

0
14
Criança levanta a mão ao lado de outros alunos em sala de aula da escola Thomaz Rodrigues Alckmin, no primeiro dia de retorno das escolas do estado de São Paulo para atividades extracurriculares em meio ao surto de coronavírus (COVID-19) em São Paulo, Brasil Outubro 7, 2020. REUTERS / Amanda Perobelli

O secretário estadual da Educação, Rossieli Soares, afirmou na tarde desta terça-feira (16) que o estado de São Paulo registrou 741 casos confirmados de coronavírus em toda a rede de ensino desde o início do processo de retomada do ano letivo de 2021.

Ao todo,  nove escolas estaduais foram fechadas por conta da contaminação. Duas delas já retomaram as atividades.

Para o fechamento, foram analisadas situações com mais de dois casos confirmados na mesma escola e que a transmissão estivesse relacionada ao ambiente escolar.

“Na maioria das escolas, foi um caso que teve apenas em cada escola. Isso é muito importante porque mostra que essa pessoa não pegou na escola. Pode ter pego em qualquer outro lugar”, afirmou o secretário.

Segundo e secretário, foram 357 escolas estaduais com apenas um caso, 28 escolas com dois casos e 11 escolas com 3 casos ou mais.

“Nós tivemos sempre o isolamento individual. Se apresentou mais de um sintoma, isola até fazer o teste. Teve alguém com sintoma na família? Já não traz a criança. Existe também colocar uma turma inteira [de alunos] em isolamento até averiguar os contactantes. Na maioria absoluta dos casos até agora a pessoa pegou em algum lugar fora e com o protocolo é muito difícil passar dentro da escola”, disse Soares.

No caso da rede municipal, o governo do estado só contabiliza os dados nas cidades que não têm conselho de educação próprios. Sendo assim, a rede municipal da capital paulista é uma das que não faz parte do levantamento.

“Os números são muito baixos na rede municipal porque a maioria [das cidades] não retornaram. As redes municipais que têm conselho próprio, nós não teremos informação no Simed [Sistema de Informação e Monitoramento da Educação para a Covid-19]. Não teremos, por exemplo, os dados da cidade de São Paulo, que por ter um conselho próprio terá um tipo de monitoramento próprio de suas escolas”, explicou Rossieli.