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Seja bem-vindo à Code Vein

Jogo explora mundo vampiresco em um RPG com grande estilo

No último dia 27 de setembro a Bandai Namco lançou oficialmente Code Vein, um jogo que traz um mundo pós-apocalíptico onde a humanidade não existe mais e o jogador é um tipo de “aparição” imortal.

Com gráficos de animes (bem a cara de alguns jogos já distribuídos pela empresa), o game é um RPG completo com lembranças da série Souls.

Com elementos bem aproximados de Dark Souls, porém mais leve e menos difícil de encarar os desafios, Code Vein conta a história de um personagem sem memórias, com poderes denominados “dádivas”, que o conduzirá a habilidades específicas, até mesmo podendo ser usadas com determinadas armas.

Como todo bom RPG, o sistema de customização e criação de personagens é vasto, com direito a um espelho em sua base para trocar de acessórios ou entender sua melhor estética durante a gameplay.

O estilo gráfico, principalmente no início do jogo, é um tanto sem cor, sem graça. Mas com o passar do tempo, o comportamento do cenário parece melhorar bastante, agradando àqueles que nem mesmo curtem mundos pós-apocalíptico, apesar do mundo aberto ser “dissolvido pouco a pouco conforme sua exploração. Aliás, o mapa é grande e fácil de se perder.

Desafiador e com modo multiplayer (além de co-op), Code Vein vale a pena, mas é para quem gosta – de fato – do gênero RPG e não se cansa de jogar horas e horas em um universo mergulhado na imersão da história e suas necessárias progressões.


Rafael Poliszuk é jornalista e trabalhou por mais de uma década com automobilismo real. Ou seja, nas pistas!

Tudo porque quando criança era fascinado por jogos do gênero. Com o reencontro da paixão digital, começou o projeto do qual surgiu a Poliszuk Relações Públicas, com experiência no site EuroGamer Brasil, Jornal SP Norte e outras mídias, onde desenvolve promoções e eventos. Agora, com a Zuk Experience, o jornalista prepara uma nova experiência. Aperte o play!  E-mail: rafael@poliszuk.com.br – Site: poliszuk.com.br



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