Tecnologia

Testamos o gamepad Motorola. E adoramos!

Jogar na telona é bom demais. Mas levar o game para onde quiser, é melhor ainda

Não é de hoje que os jogos para dispositivos móveis vêm alcançando índices expressivos de interesses. Afinal, com a constante melhoria de hardware nos parelhos, sejam eles celulares ou tablets, a condição gráfica, sonora e qualidades gerais injetadas nos games anteriormente chamados de “joguinhos” vêm crescendo a cada dia.

Um dos exemplos de procura é notar lançamentos de periféricos como o Moto Snap, da Motorola. O último e mais recente acessório para a linha Z de aparelhos da marca transforma o smartphone em um “videogame”, muito parecido, inclusive, com o mais recente console da Nintendo, o portátil Switch.

O acessório oferece todos os botões de um controle convencional, como um par de analógico, D-Pad, dois botões de ombro e dois gatilhos (L1, L2, R1 e R2) e a jogabilidade é perfeita, com absoluta frequência. Ou seja, sem lag na maioria dos jogos experimentados por nossa redação.

O Gamepad conta com uma bateria de 1.035 mAh para funcionar sem depender da bateria do aparelho e uma entrada de fone de ouvidos P2 (3,5 mm), com preço no bundle (com o Moto Z2 Play por R$ 2.499) ou separadamente por R$ 799, precinho “salgado” para compra separada.

Apesar de haver diversos controles Bluetooth para smartphones que funcionam com qualquer aparelho Android – e muito mais baratos –, o Gamepad funciona bem e vale a pena para gamer que é gamer a toda hora.


Rafael Poliszuk é jornalista e trabalhou por mais de uma década com automobilismo real. Ou seja, nas pistas!

Tudo porque quando criança era fascinado por jogos do gênero. Com o reencontro da paixão digital, começou o projeto do qual surgiu a Poliszuk Relações Públicas, com experiência no site EuroGamer Brasil, Jornal SPNorte e outras mídias, onde desenvolve promoções e eventos.

E-mail: [email protected]



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