Zona Norte

Visita ‘casa a casa’ contra o Aedes aegypti

O ano mal começou e a capital paulista já contabilizou, até o dia 12 de fevereiro, 201 casos confirmados de dengue, segundo a Secretaria de Saúde. No ano passado, foram 563, e em 2017, 866 casos.

Com o intuito de combater a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, chikungunya e Zika, agentes da Unidade de Vigilância em Saúde (Uvis) realizaramvisitas “casa a casa” em bairros na zona norte.

Na região do Jaçanã, houve notificação de um caso suspeito de dengue no entorno da Avenida Campos de Guaíra, o que ocasionou a atividade de bloqueio, onde 47 casas foram vistoriadas.

Em Pirituba, mais dez profissionais saíram às ruas da Comunidade Saloá. Casa a casa, fizeram busca ativa de não vacinados e inspeções de pontos estratégicos. Ao todo, 410 casas foram investigadas, 1.400 pessoas abordadas e seis vacinas contra a febre amarela foram aplicadas.
A rotina é o combate educativo e preventivo nas áreas pré-determinadas por território. Os agentes realizam vistorias, orientam a população sobre as medidas necessárias para evitar a proliferação do Aedes aegypti nas residências e, todos os dias pela manhã, analisam casos na região.

Se eles encontram algo, eliminam esse foco. Se há caso de dengue confirmado, é realizado o bloqueio de nebulização, para matar o mosquito adulto.

Com a nebulização, o munícipe precisa ficar fora de sua residência entre 15 e 30 minutos, que é o tempo necessário para o veneno agir e decantar. Após esse período é recomendável que ele higienize qualquer utensílio que o veneno possa ter atingido, mesmo com a orientação de que cubra tudo o que houver dentro da casa antes do início do trabalho.

Para denunciar focos de dengue, como caixas d’água destampadas, recipientes com acúmulo de água, terrenos com potencial para tornarem-se criadouros do Aedes aegypti, entre outros casos, podem ser relatados à administração municipal, por meio da central de atendimento do 156.

 



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