Games

Aplausos à inovação

A Plague Tale: Innocence arrisca em estilo único com roteiro cinematográfico

Inovador. Este é o melhor e mais apropriado resumo do que vimos e jogamos em A Plague Tale: Innocence, jogo desenvolvido pela Focus Home Interactive que chegou esta semana aos consoles e PC.

O enredo trata da história situada em um dos períodos mais difíceis da humanidade. Estamos no século XIV, no auge da Guerra dos Cem Anos e da Peste Negra, que dizimou boa parte da população da Europa. E em meio a este drama, jogamos na pele de Amicia e Hugo, irmãos que presenciam as duras penas de uma triste realidade.

O game utiliza uma intersecção entre o conto histórico bem definido e qualidade gráfica com jogabilidade plena, sem que apenas possamos assistir o enredo. E é nessa hora que sentimos que o trabalho exercido por seus criadores foi, de fato, sublime.

Mas…

O jogo é “reto”, sem que possamos pensar em fazer algo diferente, o que não vemos mais mesmo em jogos com jogabilidade linear. Ou seja, não se preocupe, você vai saber o que fazer a qualquer momento, já que não temos como “fugir” para qualquer outra decisão imaginada.  E este parece ser o único feito que pode não agradar alguns jogadores.

Com alguns problemas chatinhos de lidar, mas com um enredo de primeira linha, o jogo merece aplausos em vários quesitos. Mas o mais atraente é, de longe, o feito da produção, levando ao pé da letra o sentido de “quem não arrisca, não petisca”.


Rafael Poliszuk é jornalista e trabalhou por mais de uma década com automobilismo real. Ou seja, nas pistas!

Tudo porque quando criança era fascinado por jogos do gênero. Com o reencontro da paixão digital, começou o projeto do qual surgiu a Poliszuk Relações Públicas, com experiência no site EuroGamer Brasil, Jornal SP Norte e outras mídias, onde desenvolve promoções e eventos. Agora, com a Zuk Experience, o jornalista prepara uma nova experiência. Aperte o play!  E-mail: rafael@poliszuk.com.br – Site: poliszuk.com.br



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